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O Que Tem de Diferente no Cérebro de um Superdotado?

  • Foto do escritor: Reginaldo Zaglia
    Reginaldo Zaglia
  • 18 de mar. de 2025
  • 1 min de leitura

A inteligência sempre foi um mistério fascinante para cientistas e pesquisadores. Entre os indivíduos considerados superdotados, há diferenças neurológicas e cognitivas que os tornam capazes de raciocinar mais rápido, aprender com facilidade e demonstrar uma criatividade excepcional. Mas o que exatamente torna o cérebro dessas pessoas diferente?


Aqui no Brasil, são usadas oficialmente duas nomenclaturas para a mesma condição: superdotação e altas habilidades.


Estudos mostram que superdotados possuem maior conectividade entre diferentes regiões do cérebro. Maior densidade da matéria cinzenta (processamento de informações) e branca (comunicação cerebral). Ativação intensa do córtex pré-frontal (pensamento critico e tomada de decisões). Além de hipersensibilidade sensorial e emocional.


Este último fenômeno pode interferir diretamente nas relações sociais do indivíduo. A superdotação vem acompanhada de desafios, como maior propensão à ansiedade e dificuldades de adaptação social.


Segundo Olzeni Ribeiro, doutora em educação de superdotados em matéria para o G1, a imagem exclusivamente positiva que faz com que muitos superdotados ignorem, escondam ou até mesmo neguem sua condição. "A criança não pergunta, estuda, memoriza e vai bem na prova, mas chega num ponto em que o superdotado pode começar a ter baixo desempenho, porque ele começa a calcular a média, por não quero se destacar".


Compreender essas diferenças ajuda a criar ambientes mais favoráveis para que essas crianças desenvolvam todo o seu potencial.

 
 
 

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